Mostrar mensagens com a etiqueta Marta Bernardes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Marta Bernardes. Mostrar todas as mensagens

18/03/13

Fotografias de DESFOLHAR UMA ROSA É POESIA OU PROSA?






Miguel-Manso, Ana Luísa Amaral, Aurélio Gomes (apresentação),
Daniel Maia-Pinto Rodrigues e Marta Bernardes.




Miguel-Manso apresentou "Plágio manhoso do BIG-BANG"


Ana Luísa Amaral apresentou " O som que os versos fazem ao abrir"


Daniel Maia-Pinto Rodrigues apresentou "Roxo 63"


Marta Bernardes apresentou " Tremura do Nome".


Aurélio Gomes (apresentação),
Daniel Maia-Pinto Rodrigues e Marta Bernardes.




Entre leituras: Capicua (rap) com Mistah Isaac (guitarra e beatbox)




Couple Coffee - Luanda Cozetti (voz) e Norton Daiello (baixo)

Fotografias de Sara Moutinho.
Desfolhar uma rosa é poesia ou prosa? - 14 de março de 2013. 

13/03/13

CORPO DE TRABALHO



Cansada de ver o pouco que valho
Este corpo que é todo
Um corpo de trabalho
Escravo demente dos dias ruins
Que bóia e espera o golpe de rins

Com papo vazio e o peito apertado
Passo-te, cega, a mão pelo pêlo
O coração na boca o palato suado
A cara de caso o nariz empinado
Tenho as costas largas e a língua num novelo
Não dou o braço a torcer por dor de cotovelo



Inédito de Marta Bernardes. 
Jornal de Notícias - 13 de março de 2013.

08/03/13

“DESFOLHAR UMA ROSA É POESIA OU PROSA?”




Quatro poetas na próxima sessão




Uma provocatória interrogação de Cruzeiro Seixas – Desfolhar uma rosa é poesia ou prosa? – serve de mote e título à sessão nº 141 das “Quintas de Leitura”, ciclo poético do Teatro do Campo Alegre/Câmara Municipal do Porto.

O espetáculo, único e irrepetível, realiza-se a 14 de Março, às 22h00, no Café-Teatro e reúne quatro poetas de gerações distintas: Daniel Maia-Pinto Rodrigues (anos 80), Ana Luísa Amaral (anos 90) e os “novíssimos” Miguel-Manso e Marta Bernardes.

Os convidados responderão e não responderão às questões sabiamente colocadas por Aurélio Gomes, o apresentador do programa “Baseado Numa História Verídica” (Canal Q).

Entre poetas, a força musical e a beleza textual da rapper Capicua, acompanhada por Mistah Isaac (guitarra e beatbox).

E, como se já não bastasse, deixemo-nos esmagar pelos impulsos pictóricos surrealizantes do artista plástico Mário Vitória.

Fica para a segunda parte o concerto dos Couple Coffee, o casamento musical de Luanda Cozetti e Norton Daiello. Ela faz tudo o que quer com a voz. Ele sola, acompanha, e mais do que isso: o seu baixo canta. Dessa alquimia resulta uma sonoridade original e sofisticada. A comunicação com o público é imediata. Não há quem fique indiferente a tanto virtuosismo.

Bom, e depois de uma noite destas só lhe resta uma solução: - converter-se à poesia para o resto dos seus dias.

Bilhetes a  11,00 Euros e 7,50 (com desconto). Espetáculo para maiores de 16 anos.

18/12/09

Ontem à noite - CERCO VOLUNTÁRIO


Sónia Baptista - "Rouge"

Vasco Gato, Catarina Nunes de Almeida e Pedro Lamares.


Vasco Gato

Catarina Nunes de Almeida e Pedro Lamares

Pedro Lamares



Marta Bernardes canta na performance "Mofo", com Henrique Fernandes e os Balla Prop.

Durante a performance de Marta Bernardes





Tó Trips deu a conhecer temas do seu novo disco "Guitarra 66".

Fotografias de Sara Moutinho

06/05/08

Apresentação de "Arquivo de Nuvens" de Marta Bernardes em Madrid


"SI UN DIA_DIA EL ECO-ECO SE VOLVIESE_VIESE AUTONOMO_TONOMO Y SE LIBERTASE_TASE , DIRIA_RIA: ME SIENTO SOLO-SOLO."

In" Archivo de nubes"



LIBRERIA RAFAEL ALBERTI,
Calle Tutor,57
Metro: Moncloa, Madrid
DIA 8 DE MAIO
19:30


Presentación del libro de Marta Bernardes.

"EN LA ENCRUCIJADA DEL MEJOR PESSOA (ALVARO DE CAMPOS) Y UNA TRADICIÓN POÉTICA QUE SE APARTÓ DEL SURREALISMO PARA VIVIR LOS EFECTOS DE LO REAL EN LAVIDA, MARTA BERNARDES APARECE COMO UNA VOZ POLIFONICA BIEN SITUADA. ES PLASTICA . ES DRAMÁTICA. ES CANTANTE.
ES PLÁSTICA PORQUE APURA Y DILATA LA DISTANCIA QUE HAY ENTRE LA IMÁGENES Y LAS COSAS, SOBRE TODO EL MOMENTO EN QUE AQUELLAS SUPLANTAN A ESTAS.
ES DRAMÁTICA PORQUE SU DRAMA EN TIEMPO RECOGE LOS INTERVALOS MENUDOS DE LO COTIDIANO Y TAMBIÉN LAS FRACTURAS DE LOS GRANDES MOMENTOS EPOCALES.
ES CANTANTE PORQUE SOBRE TODO ES UN REGISTRO SONORO QUE SE BIFURCA ENTRE LA SIBILACIÓN OPACA DEL PORTUGUÉS DE OPORTO Y UN CASTELLANO CANTARÍN QUE INCURRE A VECES EN ERRORES QUE SON HALLAZGOS FECUNDOS POR IMPREVISTOS.
PERO ES ESAS TRES COSAS PORQUE A LA VEZ SABE PINTAR, CONOCE EL TEATRO COMO ACTRIZ Y COREÓGRAFA Y ES CAPAZ DE INTERPRETAR CON SU VOZ UN AMPLIO REPERTORIO LIRICO
SOLO TIENE EL LIMITE DE SU JUVENTUD. PERO ESO ES PORQUE ELLA LO APARENTA
LA PRUEBA ES QUE COMETE VERSOS CON LA VIDA VIVIDA DE UN HOOMBRE DE SETENTA AÑOS, O UN CANTAUTOR DE CINCUENTA, O DE UNA NIÑA DE DOCE, O DE UN NIÑO SALTARÍN QUE SE DISFRAZA DE UNA CHICA QUE SE EMPEÑA EN HACERNOS CREER QUE PUEDE SER VISTA COMO LA "MONICA NARANJO PORTUGUESA"
UN SINFIN DE JUEGOS Y DE HALLAZGOS
UN COMPROMISO CON LAS VOCES DE LAS COSAS (COMO RAMÓN) Y LAS COSAS DE LAS VOCES (COMO BARTHES)
UN PULSO POÉTICO AFINADÍSIMO QUE NO SE DA MUCHA IMPORTANCIA
QUE ESPERA QUE SE APAREZCA EL DUENDE, EL VERBO DEL OTRO LADO, PARA TRATARLO DE TÚ"

MIGUEL MARINAS