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10/07/14

26/02/14

25/02/14

PROVA ORAL - Antena 3




Dia 24 de fevereiro fomos à Antena 3 falar da sessão desta semana das "Quintas de Leitura" e falar de "tudo" como costuma dizer Fernando Alvim.

Para quem não teve oportunidade de ouvir o programa,  aqui fica a ligação.
Por favor clicar aqui. 




24/02/14

PROVA ORAL - Antena 3



Hoje, entre as 19h00 e as 20h00, em direto no programa PROVA ORAL da Antena 3, com Fernando Alvim, estarão João Gesta (programador do ciclo poético Quintas de Leitura) e os dois convidados da sessão desta semana Álvaro Domingues e João Habitualmente! Liguem-nos. Até já!!!

17/02/14

Caderno de Economia - Expresso



Mais uma vez, no passado dia 8 de fevereiro, o jornalista Nicolau Santos escolheu um dos poemas publicados na nossa coleção Cadernos do Campo Alegre 
para a sua página no caderno de Economia do semanário Expresso. 
Desta feita foi um poema da Regina Guimarães publicado em 2008
 na antologia Diga 33. A fotografia é da Pat. 

05/02/14

Da nossa coleção no Expresso



No passado sábado, dia 1 de fevereiro, o caderno de Economia do semanário Expresso publicou - pela pena de Nicolau Santos - um poema de João Habitualmente, o poeta convidado da próxima sessão. 

O referido poema "A minha primeira bicicleta 2"  foi publicado no 14º livro da nossa coleção CADERNOS DO CAMPO ALEGRE, num belo livro intitulado "De minha máquina com teu corpo". 

A fotografia publicada com o poema é da Pat.

Nota: para ler por favor clicar nas imagens. Obrigada. 

As notícias que falam de nós - TIME OUT


Time Out Porto - 1 de fevereiro de 2014.
Para ler, por favor clicar sobre as imagens. 

Um geógrafo e um poeta


27 de fevereiro – 22h00
“ENTRE NÓS”
Auditório
Maiores de 16 anos


A 27 de fevereiro, às 22h00, volta ao palco do Teatro do Campo Alegre/Câmara Municipal do Porto o ciclo que, apontando para o futuro, continuará a fazer jus ao momento irrepetível e inusitado, à imaginação e à irreverência: “Quintas de Leitura”.

Desta feita a Palavra poética cruzar-se-á com a palavra conferencial e, de forma lúdica e dessacralizada,  também com a dança, as artes plásticas, a performance, a música.

Esta sessão tem dois convidados principais, funcionando como um dois-em-um: o geógrafo Álvaro Domingues e o poeta João Habitualmente.

Álvaro Domingues fará a sua sexta conferência-esquisita, desta vez subordinada ao tema “Entre nós”, ou como os nós das autoestradas se entrelaçam com a nossa vida quotidiana.

Na segunda parte, o poeta João Habitualmente revela-nos, em primeiríssima mão, fragmentos do seu novo livro “Coisas do Arco da Ovelha”, pequeno tratado do banal familiar.

O poeta convidado conversará sobre o livro e sobre a atualidade portuguesa com Francisco Louçã.

A sessão abre com a atuação de Tânia Carvalho (voz) e Joana Gama (piano) na performance musical “ Idiolecto”. A ideia é misturar duas músicas que façam parte do imaginário da maior parte das pessoas, conseguindo encaixar uma música pop/rock cantada, por cima de uma clássica para piano.

A sessão contará ainda com outros convidados de peso: CAPICUA (música), Momentum Crew (dança), Isaque Ferreira e Isabel Queirós (leituras) e JAS (imagem).

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Capicua é Ana Matos Fernandes. Nascida na freguesia de Cedofeita, cidade do Porto, no ano em que Michael Jackson muda o mundo com “Thriller” e Gabriel García Márquez ganha o Nobel da Literatura pelo “Cem anos de solidão”. Cresce a gostar de rimas e de palavras ditas ao contrário, da “Canção de Embalar” do Zeca e de ouvir o Pai a dizer os poemas dos outros. Com 15 descobre o Hip Hop, primeiro pelos desenhos nas paredes, depois pelas rimas em cassetes, até chegar aos microfones. Algures entre a escola e a universidade, do Porto para Lisboa, estuda sociologia e faz um doutoramento em Barcelona.

Mc militante desde 2004, edita dois Ep’s em grupo (“Syzygy” em 2006 e “Mau Feitio” em 2007), até estar pronta para a primeira aventura solitária em 2008 com a mixtape “Capicua goes Preemo” (que chegou aos 10000 downloads em duas semanas). Seguem-se inúmeras colaborações em diversas compilações e mixtapes de alguns dos mais conceituados Dj’s e Produtores de Hip Hop nacionais. Finalmente, em 2012, edita o seu primeiro álbum em nome próprio, com selo Optimus Discos e instrumentais de D-one, Xeg, Sam the Kid, Nelassassin, entre outros.

Com este trabalho consegue atingir novos públicos e surpreender a crítica (alcançando, por exemplo, o 2º lugar na lista de “Melhores Discos do Ano” da Revista Blitz, ficando entre os 10 discos portugueses do ano a merecer destaque no semanário Expresso e sendo muito elogiada na emissão especial “Discos de 2012” na Antena 1). 2013 começa com nova mixtape, desta vez com beats de Kanye West (“Capicua goes West”) e acaba com a promessa de novo álbum - SEREIA LOUCA (a sair em março de 2014 pela Norte Sul).


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Para além de um grupo de dança, os Momentum Crew são uma família, consideram-se “irmãos de mente e coração” e vivem juntos no Porto partilhando o amor pela dança e pelas artes.

O grupo já existe desde Outubro 2003 e tem vários elementos, neste momento “vivem da Dança e para a Dança” estudando para além da arte do Bboying, diversas artes que os inspiram a criar performances inovadoras onde aplicam a arte do “Bboying e Breakdance a temas e situações pouco normais, baseando o treino e dança na determinação de um estilo próprio, único e com referência diversas.




23/01/14

Notícias de hoje



Em cima: revista Visão. 
Em baixo: jornal Público.
 23 de janeiro de 2014.
 Para ler por favor clicar sobre as imagens. 
Obrigada.

14/01/14


Ciclo “Quintas de Leitura”
começa o ano com Nuno Júdice e Elisa Rodrigues



O ciclo “Quintas de Leitura” do Teatro do Campo Alegre/Câmara Municipal do Porto inicia a ação poética de 2014 com uma sessão construída em torno de “Navegação de Acaso”, o mais recente livro de poemas de Nuno Júdice.

Esta sessão está marcada para 23 de janeiro, às 22h00, no auditório do teatro.

Lembremos que Nuno Júdice recebeu em novembro de 2013 o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana.

O poeta convidado conversará com o jornalista Nicolau Santos, ficando as leituras a cargo dos atores Teresa Coutinho e João Paulo Costa e do próprio poeta.

Entre leituras, o som do saxofone de Mário Dinis Marques.

A imagem da sessão é assinada pelo fotógrafo Nelson D’Aires, sendo ainda de destacar a presença da dupla de performers Lander Patrick e Jonas Lopes, num excerto da peça “Matilda Carlota”, inspirada num poema de Adília Lopes.

A voz encantatória de Elisa Rodrigues fecha a sessão, acompanhada pelos músicos Pedro Vidal (guitarra) e Cícero Lee (contrabaixo).


Já podemos afirmar com toda a segurança que Elisa Rodrigues começa a ser um nome incontornável da música portuguesa. Depois de em 2011 ter lançado “Heart Mouth Dialogues”,pela JACC Records, um disco que muda de um registo mais clássico do jazz em temas como Cry me a river ou You don’t know, para momentos mais modernos como Dumb ou Roxane e até para registos que surpreendem, Elisa tem tocado um pouco por todo o país com o pianista Júlio Resende, transformando os espaços por onde passa em noites de espanto, envolvidos pela sua voz doce e dramática por vezes, e noutros momentos, uma voz poderosa junta-se ao improviso da magia do pianista Júlio Resende. Mas Elisa não é apenas  Heart Mouth Dialogues. No final de 2012, é convidada pela banda inglesa THESE NEW PURITANS para cantar no último disco do coletivo com lançamento em Junho “Fields of Reeds”. Em 2013 e também com os TNPS, Elisa Rodrigues prepara-se para cantar nos mais diversos palcos europeus e americanos.
A banda inglesa atuou três vezes no nosso país, a última das quais na edição de 2011 do Optimus Alive. A banda de Southend-On-Sea tem previsto para 10 de junho a edição do terceiro álbum de originais, Field of Reeds, sucessor do aclamado Hidden, de 2010 (melhor álbum daquele ano para o New Musical Express). Paralelamente, a cantora faz também parte da presente digressão de Rodrigo Leão, Songs Tour, onde se tem apresentado nos mais diversos palcos nacionais. Agora Elisa vai juntar e compatibilizar datas com Rodrigo Leão, com os concertos agendados com os These New Puritans, estando confirmada em atuações na primeira parte de Björk, asseguradas pela banda inglesa.

Jonas Lopes. Chama-se Jonas devido a uma promessa materna, que a quando do parto, resolve oferecer-lhe um nome bíblico. Quando em criança lhe perguntam o quer ser quando crescer, este responde em cada dia um animal diferente. Entra, mais tarde, na escola Chapitô onde passa três anos
com professores como Sofia Neuparth, Amélia Bentes ou António Pires, faz residências artísticas em Itália, visita museus em Espanha, executa um estágio profissional em palco no São Luiz, e almoça com vista sobre o Tejo e O Cristo Rei. Boa vida… Acabando o curso, e depois de um ano a fazer musicais para juntar dinheiro, emigra para Londres. Aí é-lhe apresentada a poligamia, partilha casa com pessoas que cresceram num barco ou nos Pirinéus, e canta fado em diversos eventos da cidade. Com saudades do azeite Luso, volta para Lisboa para gravar um álbum que é editado em 2011 com o nome de Fado Mutante, sendo-lhe atribuído o prémio Carlos Paredes 2012. Entretanto com a entrada na Escola Superior de Dança, vai-se lançando como criador, essencialmente em colaboração com Lander Patrick. Sente que nasceu com o rabinho virado para a Lua por viajar, aprender e trabalhar com nomes do teatro, música e dança como Margarida Bettencourt, Sofia de Portugal, Maria João, entre outros.

Lander Patrick sofre de asma crónica desde que se mudou do Brasil para Portugal em 1989, ano em que nasceu. Foi federado em volleyball para rematar a doença, acabando por se formar em dança. Atualmente mora em Lisboa. Tem vindo a colaborar, por esse mundo fora, com pessoas que admira, tais como: Luís Guerra, Tomaz Simatovic, Marcelo Evelin, Alejando Ahmed, Margarida Bettencourt, Jonas Lopes, entre outros. A receção de dois prémios em coreografia - 1º prémio no Festival Koreografskih Minijatura (Sérvia) com a peça Noodles Never Break When Boiled e 2º prémio no «No Ballet» International Choreography Competition (Alemanha) com a peça Cascas d'OvO - motivaram-no a engajar-se na criação coreográfica em vez trabalhar num call center. Enquanto autor, apresentou e colaborou em produções apresentadas em Portugal, Itália, Áustria, Estados Unidos, Alemanha, Brasil, Holanda e Sérvia. Vive numa autocaravana com o seu amor e acredita que o vegetarianismo contribuirá para uma prolongada existência do planeta.

NELSON D’AIRES, Vila do Conde, 1975. Formado na área da construção civil como técnico de obras, abandona a atividade no final de 2005. Em 2006 estabelece-se como fotógrafo independente dedicando-se à fotografia documental, cumprindo assim o desejo de se dedicar a tempo inteiro à pesquisa e ao desenvolvimento da Fotografia. É autodidata. Nesse ano vence o prémio Novo Talento Fotografia FNAC com a série “Contra-Fogo” (2005). Em 2007 é convidado a ser membro do coletivo Kameraphoto, onde se mantém atualmente a desenvolver trabalhos coletivos (exposições e livros).
A sua última exposição individual “Mar Fêmea” aconteceu na Kgaleria em 2009. Está representado na coleção de fotografia BESart com fotografias do trabalho “State of Affairs” (2009). A sua participação coletiva mais recente foi na exposição “Um Diário da República” do conectivo Kameraphoto na galeria da Fundação EDP, Porto. O seu trabalho ao longo dos últimos anos tem vindo a ser premiado nos principais concursos de fotojornalismo português e em 2011 foi premiado com o Prémio Internacional de Fotojornalismo Estação Imagem/Mora, o maior galardão de fotojornalismo atribuído em Portugal, com a reportagem “Leandro”. Atualmente encontra-se a desenvolver trabalho para o projeto “Um Diário da República” edição 2012 do coletivo Kameraphoto. A Bolsa Estação Imagem Mora para 2012 foi atribuída a Nelson d’Aires, com a proposta “Álbum de família – a memória de Mora, como demora a fotografia”.

23 de janeiro – 22h00
“NAVEGAÇÃO DE ACASO”
QUINTAS DE LEITURA
Maiores de 16 anos
Auditório
Bilheteira: 226063000 (tarde e noite)
Bilhetes: 11 euros (normal), 7,50 euros (estudante, reformado e cartão jovem)


13/01/14

As Quintas no AGORA da RTP2


Foi ontem transmitida (12 de janeiro), na RTP 2, a reportagem que o magazine cultural da RTP 2 (AGORA) veio fazer sobre o ciclo Quintas de Leitura.
Veja a reportagem 
CLICANDO AQUI.  (procurar por volta do minuto 15:20).


Resumo do programa de ontem: 
No AGORA deste domingo, propomos-lhe escutar o mestre Shakespeare, que terá nascido há 450 anos. O mais célebre dramaturgo inglês é trazido a cena por dois nomes do teatro português: Beatriz Batarda e Nuno Cardoso, com as peças Como Queiram e Coriolano, respetivamente. Também em destaque uma espécie de viagem no tempo através de antigas imagens do cinema e não só, guardadas no Arquivo Nacional de Imagens em Movimento da Cinemateca Portuguesa. 

Na música: entrevista com Milton Nascimento, sobre o caminho traçado ao longo dos seus 50 anos de carreira, e a portuguesa Joana Machado, revelação do jazz, que lança este mês um novo disco a solo. Pela literatura, há poesia no Porto, nas Quintas de Leitura do Teatro do Campo Alegre, e ainda as obras de dois transmontanos dedicados às palavras: António Pires Cabral e Ernesto Rodrigues.
O programa AGORA é o novo magazine cultural semanal da RTP2 que cobre a atualidade artística em todas as suas vertentes.
O universo literário, ensaístico, artístico e científico, além de produções e eventos nas áreas da banda desenhada e fotografia; as artes cénicas - designadamente teatro, dança, circo e ópera - a arquitetura, design, pintura, museologia e património; bem como a temática infanto-juvenil (espetáculos, edições em livro, disco ou suportes digitais), contam-se entre as matérias a tratar.
Além da atualidade nacional, AGORA dará particular atenção ao universo cultural lusófono ...dos PALOP, Brasil, Timor-Leste, Macau e comunidades emigrantes portuguesas.
A apresentação cabe a Filomena Cautela. O magazine semanal é complementado com um apontamento de agenda diária, de 2ª a 6ª feira às 21h55 com a duração de 5 min.

AGORA é o novo magazine cultural da RTP2

10/01/14

Veja na RTP 2


Filomena Cautela


AGORA é o magazine cultural semanal da RTP 2 que cobre a atualidade artística em todas as suas vertentes.



No próximo domingo, dia 12 de janeiro, às 21:07, na RTP 2 e um pouco mais tarde, à 1h00, na RTP África, será transmitida uma reportagem sobre o ciclo Quintas de Leitura.




O universo literário, ensaístico, artístico e científico, além de produções e eventos nas áreas da banda desenhada e fotografia; as artes cénicas - designadamente teatro, dança, circo e ópera - a arquitetura, design, pintura, museologia e património; bem como a temática infanto-juvenil (espetáculos, edições em livro, disco ou suportes digitais), contam-se entre as matérias a tratar.



13/12/13

As Artes entre as Letras - 11 de dezembro de 2013. 
Para ler por favor clicar sobre a imagem. Obrigada. 

09/12/13

Sessão especial no ciclo Quintas de Leitura



Lançamento de livro de poesia e concerto de NOISERV

As “Quintas de Leitura” despedem-se de 2013 com uma sessão especial, intitulada “Quem anda há tanto tempo no meu coração devia pagar renda ou então pedir-me a chave”, a realizar a 12 de dezembro, às 22h00, no Auditório do Teatro do Campo Alegre. A sessão foi construída em torno do livro de poesia “Poemas, Aforismos e Outras Viagens” de João Pedro Silveira, vencedor do Prémio Literário Cadernos do Campo Alegre “Novo Autor, Primeiro Livro”, promovido anualmente pela Câmara Municipal do Porto/Teatro do Campo Alegre, com o apoio da editora “Objectiva”.

A conversa e apresentação com o poeta vencedor ficará a cargo de Luís Gouveia Monteiro, jornalista do canal Q, e Filipa Leal, Sandra Celas, Daniel Pinto e Pedro Lamares asseguram as leituras da sessão, emulsionados pelas imagens belas e envolventes de Manuela Pimentel.

Entre leituras, atuação do projeto musical “Celeste e os Aviões”, que interpretará músicas que se colarão aos nossos ouvidos nas próximas semanas. O projeto é liderado pela cantora Celeste Ferreira, acompanhada ao piano por Ricardo Caló e pelas “hospedeiras de bordo” Andreia Oliveira, Joana Ilhão e Paula Ventura.

Logo a abrir a sessão, as bailarinas Cristina Planas Leitão e Jasmina Krizaj mostram-nos um fragmento inquietante da sua peça de dança contemporânea “The very delicious piece”. A sessão conta ainda com a participação especial de António Santos, o homem-estátua. Levitar é preciso.

Na segunda parte, o talento de NOISERV, que tocará temas do seu novíssimo disco “Almost Visible Orchestra”. Imperdível.
Em suma: uma noite desenhada a pensar em si. Espetáculo para maiores de 16 anos. Bilhetes a 11,00 Euros e 7,50 Euros (com desconto).

DECRETO

Para que seja lavrado em decreto a mais absoluta verdade:

Quem escreve bons poemas
Nunca foi para a cama
Com a mulher que ama.


(poema de João Pedro Silveira, em “Poemas, Aforismos e Outras Viagens”)

28/11/13

No Jornal de Notícias de hoje

Notícia publicada hoje, dia 28 de novembro de 2013, no Jornal de Notícias.
Para ler por favor clicar sobre a imagem. Obrigada.
Em baixo: Grande Porto, 1 de novembro de 2013

07/11/13

Sessão 150


Sessão 150 do ciclo Quintas de Leitura

Eis-nos chegados à sessão número 150 das “Quintas de Leitura”, ciclo poético do Teatro do Campo Alegre/Câmara Municipal do Porto (TCA). A sessão, intitulada “Agora que o leste mudou será que eles vão dar outro nome ao mar vermelho?”, realiza-se a 28 de novembro de 2013, às 22h00, no Café-Teatro do TCA.

A sessão 150 foi construída de raiz em torno da poesia de dois estreantes nas “Quintas”: os poetas Golgona Anghel e João Luís Barreto Guimarães.

Os convidados conversarão com a também poeta Filipa Leal, estando as leituras a cargo dos actores Teresa Coutinho e Rui Spranger. Entre leituras, o som da violinista polaca Natalia Juskiewicz. A pintora Joana Rêgo inspirou-se no universo poético dos convidados para construir a imagem da sessão. Tempo ainda para nos emocionarmos com a singela performance do Senhor Loureiro. Para mais tarde contar aos amigos.

A sessão abre com o som mágico da cravista Joana Bagulho, que interpretará temas de Carlos Paredes. Depois de um curto intervalo, um concerto imperdível com o génio musical de Miguel Araújo, a solo. Em suma: festa até às tantas, para fintar a depressão.

Neste ciclo poético, para trás, recorda o programador João Gesta, ficam números invulgares para um ciclo poético:

- quase 35.000 espectadores;
- taxa de ocupação de salas nunca inferior a 95%;
- mais de 1.200 artistas convidados de todas as áreas de expressão artística;
- quase 4.000 textos poéticos lidos;
- mais de 80% de espetáculos concebidos e produzidos de raiz pela equipa do TCA.

E prossegue o programador:

Ficarão na nossa memória sessões mágicas com convidados como José Luís Peixoto, Valter Hugo Mãe, Gonçalo M. Tavares. Manuel António Pina, José Tolentino Mendonça, Vasco Graça Moura, Jorge Sousa Braga, Pedro Mexia, Maria do Rosário Pedreira, Rui Reininho, Pedro Abrunhosa, Bernardo Sassetti, Lula Pena, Clã, Dead Combo, António Zambujo, O’questrada, Vera Mantero, Margarida Mestre, Tânia Carvalho, Sónia Baptista, Luís Guerra, Mafalda Deville, O Copo, Peixe Graúdo, só para citar alguns.

São 12 anos de Sonho e Utopia, um “lento e incendiário caminho” trilhado lado a lado com o nosso cúmplice de sempre: - o maravilhoso, sábio e crítico público das “Quintas”.
Espectáculo para maiores de 16 anos. Bilhetes a 11,00 Euros e 7,50 Euros (com desconto).