


“Quintas de Leitura”
Ainda há bilhetes para ouvir Daniel Maia-Pinto Rodrigues
Daniel Maia-Pinto Rodrigues, uma das vozes mais importantes e singulares da poesia portuguesa dos anos 80, é o Poeta convidado da última sessão antes de férias das "Quintas de Leitura", ciclo poético promovido desde 2001 pela Câmara Municipal do Porto através da Fundação Ciência e Desenvolvimento.
A sessão, intitulada "O Texto a Meia Distância", realiza-se no dia 15 de Julho, às 22h00, no Auditório do TCA.
Esta é a 5ª presença do Poeta neste ciclo, onde comemorou, em 2009, os seus 30 anos de acção poética (sessão "O Acervo da Quietude").
A sessão propõe-se percorrer toda a obra de Daniel Maia-Pinto Rodrigues, através das vozes de Pedro Lamares, Teresa Coutinho, Margarida Carvalho e da do próprio Poeta. Textos sobre a infância, textos de sublime humor, passando por um fragmento do seu último livro - "A Casa da Meia Distância" /Mariposa Azual (2010) -, farão parte do rol de leituras da sessão.
A fotografia de Renato Roque cruza-se com o imaginário do Poeta e outros convidados participarão na festa, reforçando o carácter multidisciplinar e único deste ciclo poético.
Sentidos bem apurados para ver e saborear a presença do coreógrafo e bailarino Luís Guerra de Laocoi. Apresentará, em estreia universal, a peça "Três interlúdios e o galope do nariz". Agarrem o universo da peça:
O Ensemble MinneSang estreia-se nas "Quintas" e mistura-se nas leituras. Presença de Ana Celeste Ferreira (soprano), Pedro Correia (guitarra clássica) e Nuno Jacinto (violino). Tempo para ouvir Janis Joplin e outras surpresas.
Numa sessão plena de dança e movimento, oportunidade ainda para ver a Allatantou Dance Company que apresentará "Kalamoussa", a história de uma bailarina, contada através dos ritmos e danças tradicionais da costa oeste africana. Esta peça leva-nos a conhecer as tradições míticas desta região da África Ocidental, com danças de máscaras e cânticos enaltecidos pelas sonoridades dos instrumentos tradicionais (djembés, dounoumbas, krins, gongomas). Direcção artística e coreográfica de Joana Peres e direcção musical de João Marques.
Por fim, duas feras musicais à solta. Sem rede. Concerto de "Osso Vaidoso", o novo projecto de Ana Deus (voz) e Alexandre Soares (guitarra). Tempo para revisitar alguns temas dos "Três tristes tigres". Trinta minutos de pura magia.
Junte-se a nós. Vá de férias com a alma cheia de boa poesia. Nós ajudámo-lo a esquecer a crise.
O meu avô acreditava em cinco coisas.
Eu só acredito em duas.
(poema de Daniel Maia-Pinto Rodrigues)
O Teatro do Campo Alegre encerra em Agosto. Bilhetes a 9 euros (normal) e 6,50 euros (com os descontos normais).

Fotografia de Renato Roque
Daniel Maia-Pinto Rodrigues
Daniel Maia-Pinto Rodrigues, uma das vozes mais importantes e singulares da poesia portuguesa dos anos 80, é o Poeta convidado da última sessão antes de férias das "Quintas de Leitura", ciclo poético promovido desde 2001 pela Câmara Municipal do Porto através da Fundação Ciência e Desenvolvimento.
A sessão, intitulada "O Texto a Meia Distância", realiza-se no dia 15 de Julho, às 22h00, no Auditório do TCA.
Esta é a 5ª presença do Poeta neste ciclo, onde comemorou, em 2009, os seus 30 anos de acção poética (sessão "O Acervo da Quietude").
A sessão propõe-se percorrer toda a obra de Daniel Maia-Pinto Rodrigues, através das vozes de Pedro Lamares, Teresa Coutinho, Margarida Carvalho e da do próprio Poeta. Textos sobre a infância, textos de sublime humor, passando por um fragmento do seu último livro - "A Casa da Meia Distância" /Mariposa Azual (2010) -, farão parte do rol de leituras da sessão.
A fotografia de Renato Roque cruza-se com o imaginário do Poeta e outros convidados participarão na festa, reforçando o carácter multidisciplinar e único deste ciclo poético.
Sentidos bem apurados para ver e saborear a presença do coreógrafo e bailarino Luís Guerra de Laocoi. Apresentará, em estreia universal, a peça "Três interlúdios e o galope do nariz". Agarrem o universo da peça:
«Khozrev-Mizra (para si próprio) - Não consigo ver nada. É totalmente incompreensível porque razão andaria um nariz a passear-se pelo Jardim de Verão. Que fenómeno invulgar. Assombroso. Um truque muito, muito estranho da Natureza. Um truque extremamente estranho da Natureza. (para os Eunucos) - Vamos para casa.»
O Ensemble MinneSang estreia-se nas "Quintas" e mistura-se nas leituras. Presença de Ana Celeste Ferreira (soprano), Pedro Correia (guitarra clássica) e Nuno Jacinto (violino). Tempo para ouvir Janis Joplin e outras surpresas.
Por fim, duas feras musicais à solta. Sem rede. Concerto de "Osso Vaidoso", o novo projecto de Ana Deus (voz) e Alexandre Soares (guitarra). Tempo para revisitar alguns temas dos "Três tristes tigres". Trinta minutos de pura magia.
Junte-se a nós. Vá de férias com a alma cheia de boa poesia. Nós ajudámo-lo a esquecer a crise.
O meu avô acreditava em cinco coisas.
Eu só acredito em duas.
(poema de Daniel Maia-Pinto Rodrigues)
Nota: Espectáculo para maiores de 16 anos.
O Teatro do Campo Alegre encerra em Agosto. Bilhetes a 9 euros (normal) e 6,50 euros (com os descontos normais).



O ciclo poético “Quintas de Leitura” do Teatro do Campo Alegre, organizado pela Câmara Municipal do Porto, através da Fundação Ciência e Desenvolvimento, propõe para este mês um espectáculo diferente, baseado nas escolhas poéticas de Isaque Ferreira, um dos recitadores mais aclamados no decorrer dos 9 anos de existência deste ciclo.
“Isaquetamente”- nome dado ao recital – está agendado para 17 de Junho, às 22h00, no grande auditório do TCA, com um alinhamento fértil em momentos inusitados.
Isaque Ferreira escolheu textos de Luiz Pacheco, Herberto Helder, José Sebag, Nuno Brito, Mário Cesariny e António José Forte, entre outros, e será acompanhado nas leituras por Teresa Coutinho, Margarida Carvalho e Paulo Campos dos Reis. O recital começa com um incisivo manifesto do Poeta argentino Aldo Pellegrini onde se define a Poesia como tudo aquilo que fecha a porta aos imbecis e a abre de par em par aos inocentes. Segundo Pellegrini, a Poesia só pretende cumprir uma tarefa: que este mundo não seja habitável só para os imbecil.
Em ligação com textos e leituras poder-se-á ver ao vivo e a cores a pintura do artista plástico Mário Vitória, expressa em quatro trabalhos de grande dimensão que depois do palco transitarão para o foyer deste teatro.
Pretexto ainda para a participação especial de Rui Lima (música), de Natasha Semmynova (Drag Queen performance) e de Né Barros (dança) que convida João Martinho Moura (arte digital/engageLab, UMinho).
Fecha a noite uma das bandas mais inspiradas do panorama musical português - Sean Riley & The Slowriders, num imperdível concerto (quase) acústico.
Há noites assim: lucipotentes.
Espectáculo para maiores de 16 anos.